domingo, 31 de maio de 2009

Em Vancouver de PT Cruiser


Esse post é rápido, quase um aviso pros amigos e familiares. Já chegamos à costa oeste (Vancouver) e tudo correu muitíssimo bem. O voo foi tranquilo e ganhamos um upgrade grátis no carro locado. Pegamos um PT Cruiser prata bem equipado! O carro é muito legal mesmo...

Estamos em um hotel próximo ao aeroporto (Holiday Inn) e gostamos demais. Estacionamento gratuito, internet com ou sem fio gratuita, quarto muito arrumado e preço bacana (60 doletas). Totalmente adaptados!!!

sábado, 30 de maio de 2009

Dois dias em Montreal


O dia de ontem (sexta, 29) começou nada promissor: uma chuva fina e irritante, um vento cortante (desculpem a rima proposital). Saímos em direção à cidade antiga de Montreal, na região do porto. Pode até não ter sido coincidência mas o nosso humor com relação à cidade melhorou junto com o clima. Não chegamos a pegar sol ou calor (voltou inclusive a chover no fim da tarde) mas o passeio pela região mais antiga foi muito interessante e mudou muito a nossa impressão de Montreal.



Começamos o passeio por Chinatown (ou Quartier Chinois, em francês). A região é bem típica, com restaurantes e estabelecimentos de frutas e vegetais, comidas típicas, lavanderias e bugingangas em geral. Depois, passamos pela prefeitura de Montreal e pela Place Jaques, já chegando à Montreal antiga. Tudo muito bonito e bem preservado. Muitos restaurantes e galerias de arte, algumas lojas sofisticadas...



No meio da tarde, ainda assistimos ao formidável Ovo, do Cirque du Soleil, que foi objeto de outro post. Logo depois, passamos pelo supermercado IGA (um Verdemar turbo de Montreal) e voltamos para o hotel para encontrarmos o Marquinhos, primo da Juninha que mora aqui na cidade. Começou aí a parte mais legal de toda a nossa estada: disfrutar da agradável companhia dele e ter uma visão peculiar da cidade. Passamos por lugares muito legais como o hotel Queen Elisabeth (com a exposição Bed-In, com objetos do famoso ato pela paz realizado naquele hotel por John Lennon e Yoko Ohno quarenta anos atrás) e pela praça Riopelle, com esculturas envoltas em água e fogo. Isso sem contar o Centro Mundial de Comércio, com um pedaço do muro de Berlim doado pelo governo alemão. Tudo muito legal! Terminamos a noite com chocolate quente, biscotti e biscoitos de chocolate amargo.



Hoje começamos mais ou menos como ontem: frio e chuva. Saímos para ver o Oratório de São José e o Chalé Mont-Royal. Este último estava interditado e o clima não prometia nada muito bom. Ainda assim valeu! Depois rumamos para a região do estádio olímpico e do Biodome, experiência interessante que recria flora e fauna do mundo inteiro. Infelizmente tínhamos apenas uma hora e vimos que o passeio tomaria muito mais do que isso. Tiramos algumas fotos e fomos para o restaurante típico "Rapido". Lá comemos um "fast food quebecois": Poutine Galvaude (fritas, molho à base de gengibre, queijo, frango e ervilhas). A descrição do prato é estranha mas o sabor é ótimo! Junto com uma salada caesar ficou muito bom.





Agora estamos no ótimo aeroporto de Montreal a caminho de Vancouver e da nossa aventura pelas montanhas rochosas. Pelo que temos ouvido aqui, agora é que a coisa vai ficar bonita. Nem sei como pode melhorar...

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Cirque du Soleil em Montreal


Hoje fizemos inúmeras atividades legais em Montreal, incluindo assistir ao novíssimo espetáculo Ovo, do Cirque du Soleil. A cenografia fica a cargo da brasileira Deborah Colcker. Adoramos! O melhor show do Cirque du Soleil que já vimos! E o mais legal é que foi na casa deles... Depois a gente manda mais detalhes sobre os passeios e sobre a culinária de Montreal!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Chegamos a Montreal

Deixamos a linda Québec para trás e rumamos para Montreal, nossa última parada na costa leste. Chegamos à tarde e fomos ao Parc Royal, ponto mais alto da cidade de onde se pode ter uma boa vista. Infelizmente pegamos muita chuva e não deu para tirar quase nenhuma foto. Provavelmente nem dará pois a meteorologia indica que teremos dois dias nublados por aqui...

Depois do checkin no Delta, fomos ao Eaton Centre Montreal, shopping com andares subterrâneos conectado a outras galerias. A sensação de ficar andando sob quarteirões debaixo da terra não é das melhores: perdemos rapidamente o senso de direção. Mas é uma alternativa razoável para uma cidade em que o inverno chega a -50 e na primavera, com 10 graus (como hoje), conseguimos ver pessoas de camiseta...

Agora vamos descansar um pouco para tentar aproveitar bem a sexta-feira, dia que dedicaremos tanto às andanças pela cidade quanto a procurar por nossos amigos e parentes perdidos por aqui! Au revoir!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Québec: expectativa confirmada


Como disse em um post anterior, a expectativa sobre a cidade de Québec era enorme. Algumas pessoas com quem conversamos na viagem nos disseram maravilhas a respeito. As expectativas foram confirmadas por um fator extra: o dia foi muito frio, nublado e ainda choveu um tanto durante a tarde. O tipo do dia que arruinaria qualquer passeio. Ainda assim achamos a cidade maravilhosa.

Saímos do bom hotel Best Western (no centro moderno da cidade) e caminhamos uns 15 minutos em direção à cidade antiga. Chegamos às muralhas por volta de 11h30m. Caminhamos sobre a muralha e depois entramos pela Rue St Louis, onde fica restaurante Aux Anciens Canadiens (veja no post "Um dia de Michels") e o Chateau Frontenac. A cidade antiga é linda, parece realmente um pedaço de Europa dentro do Canadá. Vimos um pouco disso também em Ottawa mas Québec antiga é toda assim. Passeamos pelo Terrasse Dufferin e fomos almoçar.




Depois do almoço, andamos bastante pelo centro da cidade antiga, passando por algumas igrejas como a Santíssima Trindade e a Notre Dame e pelo Hôtel-de-Ville e seminário de Québec. Fomos à linda cidade baixa onde entramos em lojinhas e vimos a Place Royale.



Após o café da tarde, terminamos o dia pela Citadelle e pela muralha sul, de onde tivemos lindas vistas da cidade antiga. Voltamos pela praça do parlamento e ainda conseguimos algumas belas fotos deste imponente prédio antes de retornarmos ao hotel.

Um dia de Michels


Hoje resolvemos ter um dia mais tranquilo, com menos planos a cumprir. Nada melhor para um dia assim do que aproveitar a boa culinária local. Não conseguimos deixar de pensar no tanto que a nossa querida amiga Michels adoraria estar aqui conosco a compartilhar algumas das experiências gastronômicas que tivemos.

No almoço, fomos ao famoso restaurante Aux Anciens Canadiens, cartão postal da cidade antiga de Québec. Localizado na histórica Jacquet House (construída em 1676), o restaurante se baseia em culinária típica de Québec, de influência francesa mas adaptada aos produtos locais. Os quartos originais da antiga casa foram mantidos intactos, o que resultou em pequenas áreas com muito charme. Os funcionários usam roupas típicas da época, o que dá um toque especial à experiência.



O cardápio foi composto de:

- entrada: sopa de feijões e sopa de cebolas (igual a que a Michels fez para nós um dia desses);
- principal: peito de frango com vegetais gratinados dentro de cesta folheada, salmão folheado com fricassê de camarão e vegetais;
- sobremesa: sorbet de morango e bolo típico com caldas e cremes.



Apenas uma palavra: fantástico.



Mais tarde, fomos ao charmoso café Casse-Crêpe Breton. Tomamos deliciosos chocolate quente com creme e café Maison (café, chocolate quente e sorvete), ambos em tigelas grandes (bol). Também comemos um crepe de framboesa. Depois de tudo isso, um delicioso chocolate amargo 70% para completar o inesquecível dia...

terça-feira, 26 de maio de 2009

Chegamos a Quebec e passamos pela cachoeira de Montmorency


Saímos de Tadoussac e viemos para Québec. Deixamos para trás um lugar realmente especial e agora encaramos provavelmente a cidade mais bonita do Canadá. A expectativa está lá em cima!

Na chegada, resolvemos marcar um "X" na atração "Cachoeira de Montmorency". Trata-se de uma cachoeira a uns 10km do centro de Québec. Ela é mais alta do que as cataratas do Niagara e fica dentro de um parque com trilhas e escadas para acesso. Aproveitamos para fazer um trekking e tirar algumas fotos legais. Confiram abaixo...





Use as baleias como desculpa para ir a Tadoussac


Como disse no post anterior, chegamos ontem a Tadoussac e curtimos bastante o hotel e o Cafe Boheme. Hoje pela manhã, saímos para fazer o principal passeio que nos levou àquela cidade: ver baleias e o fjord de Saguenay. Pode até ter sido por falta de sorte mas vimos apenas três baleias e o passeio se resumiu a ouvirmos a narradora, bióloga por formação, dissertar em francês a respeito das espécies encontradas na região.



O barco era bem equipado e não estava lotado mas o passeio deixou um pouco a desejar. Ainda assim valeu muito por dois motivos:

- ao final do passeio visitamos o belo fjord de Saguenay: belas escarpas à beira do rio São Lourenço com rica vegetação e gelo em algumas partes. Melhor do que a expectativa!



- após o passeio voltamos ao Cafe Boheme: normalmente acontece de irmos a um lugar, gostarmos e, quando voltamos, nos decepcionarmos pois a experiência não foi tão legal de novo. Com o Cafe Boheme foi o oposto: retornamos hoje para almoçar e gostamos ainda mais. Não teve "senão" algum. Comemos uma pasta (Juninha), uma baguete com salada (Arnaldo) e duas tortas, uma de chocolate amargo com base em biscoito de chocolate (fantástica) e outra de frutas vermelhas (magnífica). No final, pensamos até em imitar a Micheline e ir abraçar o chef mas ele provavelmente nos estranharia. Arriscamos um "C'est magnifique" com o garçom mas não sei nem se (1) estava no contexto, (2) estava certo e (3) ele entendeu... :)



Depois deste almoço, até o passeio de ferry saindo de Tadoussac foi legal!

A caminho de Tadoussac



Nesta segunda saímos cedo de Ottawa e rumamos para Tadoussac. Dirigimos por cerca de 660km e passamos ao lado das cidades de Montreal e Quebec. A primeira parte da viagem (Ottawa-Montreal) é bastante rápida e a estrada é bem plana e tranquila. Entre Montreal e Quebec o movimento é grande e pegamos algum engarrafamento. Depois de Quebec, a estrada fica lindíssima, com subidas e descidas (e belas vistas panorâmicas), muito verde e a companhia constante do rio São Lourenço. Uma das estradas mais bonitas pela qual já trafegamos em toda a nossa vida!





Chegamos a Tadoussac por volta de 17h30m. Uma surpresa na chegada foi a necessidade de pegar o ferryboat, gratuito e bem rápido. A vila é muito bonita e o hotel Tadoussac, em que ficamos hospedados, excelente.



Aproveitamos o fim de tarde para andar pelas ruas da vila, comprar mantimentos pro café da manhã e jantar em um delicioso café de estilo intimista chamado Cafe Boheme. Foi a primeira grande experiência gastronômica charmosa da viagem, o que nos fez lembrar de nossas amigas Pat e Michels...

Ottawa: que bela surpresa!



Depois de visitarmos a região das Mil Ilhas (Kingston e Gananoque), rumamos para Ottawa. A expectativa foi superada com folga: a cidade tem uma bela arquitetura, um clima agradável e lindas paisagens proporcionadas pelo rio Ottawa e pelo canal Rideau. Em suma, vale a pena conhecer!

Fizemos a parte central da cidade em cerca de quatro horas. Nosso walking city tour incluiu o parlamento canadense, a casa da moeda, o banco central, a suprema corte, a galeria nacional de artes e alguns outros prédios públicos. Também visitamos o conhecido Byward Market (mercado de comidas e artesanato) e a catedral de Notre Dame. Por fim, vimos o pôr-do-sol no canal Rideau, uma bela imagem para fechar o passeio. Confira abaixo!

Biblioteca do parlamento



Parlamento canadense



Canal Rideau



Pôr-do-sol no canal Rideau

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Deixamos Toronto... mas foi por pouco


Ontem foi o nosso último dia em Toronto. Seria legal se tivéssemos mais pois a cidade é muito interessante, com lugares legais para conhecer e algumas boas opções de compras.

Acordamos o mais cedo que conseguimos (por volta de 09h30m) devido ao cansaço por causa da noite de horrores ;) Tomamos um café no quarto (de graça, à base dos "tea facilities") e saímos para comprar alguns itens faltantes tais como GPS, baterias e carrinhos para o Bruninho (loja da Disney no Eaton Centre).



Depois de almoçarmos, rumamos para a CN Tower. Foi um passeio muito legal, fomos literalmente às alturas. O único problema é que o local estava bem cheio e perdemos a hora. Além disso, tivemos dificuldade no trajeto e chegamos ao local de aluguel do carro uma hora atrasados (por volta de 16h30m). O funcionário estava fechando a porta e por pouco ficamos sem meio de transporte. Ele foi muito legal, ficou com pena da nossa cara de cansaço e confirmou a nossa reserva, nos alugando um carro. Como vocês podem ver pela foto abaixo, cavalo dado não se olha os dentes e carro alugado de última hora é o que tiver. Mas até que demos muita sorte pois o "carrinho" é quase zero quilômetro e extremamente confortável. Dá até vontade de comprar um aí no Brasil pra carregar a família inteira...



A bordo do carrinho e depois de apanhar um pouco do GPS, deixamos Toronto e rumamos para Gananoque, na região das Mil Ilhas. A viagem foi tranquila e chegamos ao hotel Howard Johnson por volta de 21hs. Descansamos bem e hoje acordamos para ver o Massa e o Barrichello em Mônaco. Tomamos café e fomos para o passeio de barco pelas Mil Ilhas. Apesar de muito legal, foi aquém das nossas expectativas (talvez elas fossem exageradas...). O ponto mais legal do passeio foi ter conhecido o adorável casal John (americano) e Mayara Burlingham (brasileira). Eles moram em Connecticut e estavam passeando por aqui.



Com eles, rumamos para Kingston, outra cidade na região das Mil Ilhas. Passeamos um pouco pela linda cidade e almoçamos. Depois de nos despedirmos deles, rumamos para Ottawa. Mas isso é história para amanhã...

sábado, 23 de maio de 2009

Imprevistos REALMENTE acontecem


Mesmo no Canadá, que parece ser mais um modelo de organização e eficiência que conhecemos no hemisfério norte...

Saímos para Niagara às 14h. Engarrafamentos no caminho nos tomaram 20 minutos e chegamos lá por volta de 16h40min. Saímos a pé com muita pressa e sem buscar informações a caminho do principal passeio: o barco Maid of the Myst. Depois de andar muito em um sol considerável (!!!), chegamos lá às 17h15min e conseguimos fazer o passeio às 17h30min. Fantástico: o barco chega muito perto das cataratas.



Depois disso, andamos bastante, vimos as cataratas de quase todos os ângulos possíveis a partir da rua e fomos almoçar (é isso mesmo...). Por volta de 19h30min, resolvemos subir na Skylon Tower, torre de observação com mais de 100m ao lado das cataratas. Valeu a pena demais, vista maravilhosa do anoitecer e das cataratas com luzes (21h)!



Saímos de lá por volta de 21h20min para uma longa caminhada à estação de ônibus. Aí rolou o primeiro grande stress: os 30min de caminhada para a estação (segundo um funcionário da Skylon Tower) se mostraram uma hora com mistura de caminhada, trote e corrida. Foi uma loucura mas conseguimos chegar com 2 minutos de antecedência.

Segundo stress: nós chegamos mas o ônibus não. Esperamos com mais umas 6 pessoas por mais de 1 hora. Marcado para as 22h25min, O ônibus chegou por volta de 23h30min.

Terceiro stress: recapeamento na estrada para Toronto (feito no horário ideal, diga-se de passagem) nos tomou mais 30 minutos. Chegamos à estação de ônibus em Toronto por volta de 01h30min e ao hotel 5 minutos depois (pelo menos em Toronto eu fiz o dever de casa e chequei a localização...).

Quarto stress: exaustos, desmaiamos por volta de 02h da madrugada. Às três, no entanto, toca o alarme de incêndio do quarto. Levamos uns três minutos para entender a situação e mais uns três para trocar de roupa e sair do quarto. Descemos vinte e dois (isso mesmo, 22!) lances de escada até o lobby do hotel apenas com dinheiro, documentos, blusas, netbook e iPod Touch (pode ser que fosse demorar, hehehe). Depois de uns quinze minutos lá, nós e mais umas cem a duzentas pessoas descobrimos
que era alarme falso e tudo estava liberado. Finalmente voltamos e tentamos retomar a noite de sono.





Lições aprendidas:

- planejamento nunca é demais: falhei ao não descobrir a localização exata da estação de ônibus em Niagara Falls. Acreditem: uma cidadezinha no Canadá ou nos EUA pode ser enorme para andar a pé pois quase todo mundo aqui tem carro...

- sempre alerta e pronto para reagir: no caso de emergência, temos que agir rapidamente e com o senso de valor para as coisas. Na hora do falso incêndio, colocamos uma roupa quente e pegamos o extremamente básico que estava à mão. Chegamos ao lobby rapidamente e com algum conforto. Algumas pessoas que chegaram depois de nós ainda estavam de pijamas e roupões.

- certos passeios são feitos para pacotes turísticos. Todos sabem que sempre fui contrário a pacotes, pois gosto de ver o mundo com os meus próprios olhos. No entanto, certos passeios simplesmente não funcionam a pé e de õnibus...

- imprevistos acontecem e manter a calma ajuda. Mesmo planejando tudo, não dá para controlar todas as variáveis.


Saldo final: um dia inesquecível para a mente e que o nosso corpo levará uns dois dias para esquecer!!

De ônibus e a pé a Niagara Falls com o Eee PC


Neste primeiro dia de Eee PC 1000HE, fomos a Niagara Falls. Como o trajeto tanto de ida quanto de volta durava cerca de duas horas e chegaríamos a Toronto por volta de 00h20m, resolvi levar o netbook para passear. Eis algumas impressões:

- A bateria de longa duração se mostrou realmente uma "mão na roda". Usei na ida, na volta e agora estou usando no quarto do hotel (enquanto a Juninha dorme). Acreditem: o mostrador do XP indica ainda 72% (ou 6h59m) de bateria!!!

- O teclado é pequeno e algumas teclas são indiretas e dependem da malfadada Fn. Mas nada a que nos acostumemos em 5 minutos...

- O desempenho geral me surpreendeu. Inicialização rápida tanto do Windows quanto dos programas que instalei.

- O desempenho matemático e gráfico deixa a desejar. Algumas operações de edição de imagens no Picasa, por exemplo, chegam a levar mais de 5 segundos por foto (arquivos de 8MP com 2 a 3MB de tamanho).

- O modelo que comprei tem tamanho perfeito para a mochila. Estava pensando em um 12" mais parrudo que vi na loja mas ele era muito grande. Para a mobilidade total, 10" me parece ser o limite superior.

- O peso foi um incômodo por causa da aventura: o ônibus parava muitíssimo longe das cataratas mas não sabíamos disso (falha do meu planejamento). Por isso, os 500g a mais que este netbook tem com relação aos Acer Aspire One básicos de 8,9" fizeram muita diferença nos 12 a 15km que andamos. Fiquei sonhando com um Sony Vaio P (630g, 8"): ele só precisava ter um desempenho melhor e usar XP ao invés da bomba do Vista...

- Saldo do trabalho na ida e na volta: editei cerca de 100 imagens e ajustei a rotina de backup das fotos para um cartão de 8GB que comprei aqui. Para backup estou usando o CobianBackup, freeware bem legal desenvolvido por Luis Cobian, um cubano radicado na Suécia...

No geral, estou satisfeito. Foi uma experiência bem interessante!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Netbook: comprei um EeePC 1000HE e...


...estou gostando demais! Neste momento ele está com 83% de bateria disponível, o que deve durar mais de 6 horas! Além disso, o Windows XP está rodando muito leve no processador Atom N280 de 1.66 GHz (um pouco melhor que o N270 de 1.6GHz padrão de quase todos os concorrentes). O HD de 160GB ainda está praticamente vazio e o wi-fi está 100% e, por suportar o padrão 802.11N, vai ficar show com o Apple Time Capsule que vou comprar. O que ainda vai levar um tempo é para me acostumar com o tamanho das setas e com a falta de algumas teclas dedicadas tais como Home e End, que são compartilhadas com as setas para a esquerda e para a direita.



Ah, comprei um mouse fantástico da Logitech. Trata-se do V550, um modelo laser sem fio. A precisão e a rapidez na movimentação do cursor e no scroll vertical são impressionantes. O adaptador USB (sim, ele é RF...) é minúsculo. Valeu cada centavo...