Meu dia começou cedo. Quatro e quinze da madrugada eu deixei a minha casa e dirigi até o aeroporto de Confins. Demorou mais do que voar de BH ao Rio, onde cheguei às sete. Após encontrar alguns amigos que coincidentemente também vieram no mesmo voo e com objetivo parecido (tirar visto para os EUA, no caso deles, e pro Japão, no meu), caminhei até o Consulado (mais de 3km de puro calor).
Cheguei cedo, a tempo de tomar um típico café da manhã carioca: em pé, junto ao balcão de uma padaria de português, comendo ótimos salgados e bebendo um suco de laranja. De lá, fui ao consulado e fui atendido com a esperada eficiência e educação. Como tudo foi muito rápido, me sobraram seis horas e decidi usar este tempo pra mim. Sair da rotina às vezes pode ser fantástico! Comecei lendo uma revista inteira da comunidade japonesa no Brasil. Ótimo para aprender um pouco a respeito. Em seguida, fui ao Largo do Machado e vi uma bela catedral por lá (mas minha ignorância não me permite dizer mais nada a respeito). Uma água de coco e rumei para o Museu da República (antigo Palácio do Catete). Imperdível (e imperdoável o fato de eu não ter conhecido antes). O quarto onde Getúlio Vargas se suicidou merece destaque. Finalmente, almocei (KFC: minha única bola fora no dia) e passei pelo ótimo Centro Cultural OI Futuro, belo prédio que mistura exposições de arte moderna e o excelente Museu das Comunicações, uma experiência multimídia super legal!
Já busquei o visto e, se Deus quiser, agora vou voltar tranquilo para Beagá...
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