domingo, 21 de março de 2010
Queria um ZebraPaint para iPhone...
Sabe aqueles desenhos em preto e branco que compramos nas bancas ou ganhamos em restaurantes para as crianças colorirem? O ZebraPaint é a versão digital gratuita destes desenhos para Android.
Com uns 40 desenhos, o ZebraPaint permite que a criança use os dedinhos e uma paleta de cores para colorir. Ao final da brincadeira, basta descartar o desenho ou salvá-lo para mandar por email ou blog.
Ah, as ilustrações deste post foram coloridas pelo meu sobrinho quando ele tinha quatro anos...
sábado, 13 de março de 2010
A Claro é sem noção!
Estou aqui com o meu amigo Gyovany ,que comprou um Samsung Galaxy. Belo aparelho, rápido e com uma ótima tela AMOLED. No entanto, a péssima operadora Claro (a pior com a qual já trabalhei!) fez com este aparelho o mesmo que fez com o Dell Mini3i: travou o Android todo e sumiu com o aplicativo Market.
Será que eles acham que um usuário de smartphone Android vai comprar boletim de notícias sobre futebol mineiro por SMS? Brincadeira!
terça-feira, 9 de março de 2010
OFF-TOPIC: Camiseta "Space In Vader"
Caros amigos,
A minha irmã está fabricando e vendendo alguns poucos exemplares da camiseta "Space In Vader". O preço é R$ 25,00 e as opções de cores são preta e branca (com dizeres respectivamente em branco e preto). Em caso de interesse, favor entrar em contato com a Milena (milenabh@gmail.com).
Um abraço,
Arnaldo
P.S.: eu vou querer uma...
segunda-feira, 8 de março de 2010
Ainda confuso com o fuso
De sexta pra cá, tenho tentado me readaptar ao nosso fuso. No entanto, 12 horas de diferença não é mole. Tanto no sábado quanto hoje acordei no meio da madrugada e depois nada. Ainda assim, vou continuar dormindo apenas depois das 22h. Acho que só assim conseguirei voltar logo ao nosso ritmo...
sábado, 6 de março de 2010
Até breve, Tóquio! Até breve, Japão!
O "breve" do título deste post pode não estar tão próximo, eu sei. Ainda assim, quero pensar fortemente na possibilidade de retornar ao Japão em alguns anos, desta vez com a Juninha, o Bê e quem mais quiser e puder vir.
A viagem é cara e cansativa e as barreiras linguísticas nos deixam meio perdidos. Aqui você sente na pele como deve ser ruim ser analfabeto e surdo (ouvi-los conversar ajuda pouquíssimo no entendimento :)). No entanto, tudo isso é compensado, com folga, pelo avanço tecnológico e pelas aulas de cultura, educação e civilidade deste admirável povo.
Além disso, as dificuldades momentâneas são compensadas pela grande prestatividade de todos e pela segurança que gozamos nesse país. Caminhei mais de cem quilômetros pelas ruas de Kashiwa, Tóquio e Kamakura e em nenhum momento tive qualquer temor, mesmo em lugares mais ermos ou em horários mais extremos. Seguia apenas os mapas e não passei por dificuldade alguma. Aliado a isso, destaco as facilidades comuns a um país de primeiro mundo como pontualidade e disponibilidade em transportes, mapas online bem detalhados e atualizados e internet presente em muitos locais públicos.
Pra terminar, me lembro de um verso de música do Ultraje a Rigor: "vamos progredir de vez, vamos virar japonês". Não acho que tenhamos que imitar um país em tudo mas sim tentar aproveitar o que há de melhor em cada um. No entanto, se for para imitar, que imitemos os japoneses e sua formidável nação...
quinta-feira, 4 de março de 2010
Gentileza no Japão
Se eu fosse escolher três características para atribuir aos japoneses, uma delas seria gentileza. Por trás das caras fechadas nos trens e ônibus, via de regra se escondem pessoas gentis sob uma couraça tímida e reservada.
São inúmeros os casos de gentileza e disponibilidade que ocorreram comigo e alguns deles vou descrever aqui:
- primeiro dia de trem, perdido em Nishi-Nippori: pegamos o trem errado e fomos parar em Nishi-Nippori, não em Nippori. Não entendíamos a diferença e não conseguimos conversar com os caixas do ticket office, que simplesmente entenderam que queríamos ir para a estação Tokyo e nos mostravam o preço 160. Depois de uns dez minutos em dúvida na estação vazia, um japonês se aproxima e pergunta se precisávamos de ajuda. Ele nos serviu de guia e tradutor, nos ajudando no pagamento da diferença (70¥) e nos levando até o trem correto, o que tomou dele seguramente uns quinze minutos!
- moça da Ntt Docomo (telefonia móvel) em loja de eletrônicos de Akihabara: entrei numa loja gigante para olhar câmeras mas resolvi comprar uma capa pro meu celular. Uma representante da Ntt Docomo se aproxima e me cumprimenta oferecendo ajuda. Pergunto das câmeras e ela olha no mapa da loja e me mostra onde é. Depois pergunto se posso pagar a capa no outro andar e ela se desculpa mas diz que não. Depois que eu pago e caminho para outra saída, ela me procura e me acompanha atenciosamente até o acesso à parte de câmeras. Passo mais tarde lá e ela me cumprimenta com sorriso mesmo estando naqueles alto-falantes em guerra com a vendedora da Softbank.
- vendedor de hashi em tenda no parque Ueno: este senhor não falava nada de inglês. No entanto, me cumprimentou e atenciosamente me explicou por mímica o preço dos hashi. Eu também tentei falar palavras em japonês para confirmar as informações e ao final ele me perguntou: "american?". Eu respondi "burajiro desu" e ele sorriu, falou nomes de pessoas e lugares do Brasil e ainda me ofereceu um souvenir de "puresento"!
- Tanaka san, vendedor de câmera na loja Sofmap: o senhor Tanaka é um vendedor simpatissíssimo da ótima loja Sofmap em Akihabara. Mais do que isso, ele é a cara do graaaande Dr. Harada (Harada-san), um dos meu ídolos no trabalho, e talvez isso tenha aumentado a simpatia imediata que senti por ele. Pedi ajuda para ele a respeito de câmeras SLR mas ele não falava nada em inglês, nada mesmo. Ainda assim ele conversou comigo e tentou se expressar por meia hora. Ele me explicou o sistema de pontos da loja (converte X% das compras em bônus para novas compras) sempre olhando o meu lado. Ele me mostrou que pontos eram melhor do que duty free para mim e ainda se dispos a (1) fazer o cartão na hora, (2) pegar um produto em outra seção para mim, (3) testar a câmera e ajustar configurações básicas e (4) me dar descontos e brindes. Eu tinha olhado preços no kakaku.com (um buscape "turbinado" japonês) e a negociação ainda ficou um pouco melhor. Mais de uma hora depois fechei a compra e saí maravilhado com a atenção dele (e quem conhece Akihabara sabe como é cheio aquele lugar).
Por outro lado, não me lembro de ter sido tratado com frieza mais do que duas vezes, ambas no comércio. O saldo é extremamente positivo e deixo o Japão encantado com tudo e com todos. E olha que a barreira da língua é fortíssima aqui (a mais forte que já enfrentei): consegui conversar normalmente em inglês com pouquíssimos japoneses.
Para terminar, um ditado e uma frase de um vendedor usbeque que conheci na Laox Akihabara.
O ditado diz muito sobre a cultura japonesa: "Minoru hodo atamano sagaru inahokana" (A espiga de arroz, quanto mais carregada, mais se inclina). Todos são muito atenciosos, desde o mais humilde atendente até o diretor do centro de pesquisa policial onde faço o curso.
A frase do vendedor, me explicando porque não tinha problema para ele ficar tanto tempo me dando atenção se eu não ia comprar nada, apenas aguardava colegas: "nosso chefe nos ensinou assim que fomos contratados: os visitantes das lojas são primeiro amigos depois clientes". Isso me faz pensar num vendedor tipicamente americano da Bestbuy Miami...
São inúmeros os casos de gentileza e disponibilidade que ocorreram comigo e alguns deles vou descrever aqui:
- primeiro dia de trem, perdido em Nishi-Nippori: pegamos o trem errado e fomos parar em Nishi-Nippori, não em Nippori. Não entendíamos a diferença e não conseguimos conversar com os caixas do ticket office, que simplesmente entenderam que queríamos ir para a estação Tokyo e nos mostravam o preço 160. Depois de uns dez minutos em dúvida na estação vazia, um japonês se aproxima e pergunta se precisávamos de ajuda. Ele nos serviu de guia e tradutor, nos ajudando no pagamento da diferença (70¥) e nos levando até o trem correto, o que tomou dele seguramente uns quinze minutos!
- moça da Ntt Docomo (telefonia móvel) em loja de eletrônicos de Akihabara: entrei numa loja gigante para olhar câmeras mas resolvi comprar uma capa pro meu celular. Uma representante da Ntt Docomo se aproxima e me cumprimenta oferecendo ajuda. Pergunto das câmeras e ela olha no mapa da loja e me mostra onde é. Depois pergunto se posso pagar a capa no outro andar e ela se desculpa mas diz que não. Depois que eu pago e caminho para outra saída, ela me procura e me acompanha atenciosamente até o acesso à parte de câmeras. Passo mais tarde lá e ela me cumprimenta com sorriso mesmo estando naqueles alto-falantes em guerra com a vendedora da Softbank.
- vendedor de hashi em tenda no parque Ueno: este senhor não falava nada de inglês. No entanto, me cumprimentou e atenciosamente me explicou por mímica o preço dos hashi. Eu também tentei falar palavras em japonês para confirmar as informações e ao final ele me perguntou: "american?". Eu respondi "burajiro desu" e ele sorriu, falou nomes de pessoas e lugares do Brasil e ainda me ofereceu um souvenir de "puresento"!
- Tanaka san, vendedor de câmera na loja Sofmap: o senhor Tanaka é um vendedor simpatissíssimo da ótima loja Sofmap em Akihabara. Mais do que isso, ele é a cara do graaaande Dr. Harada (Harada-san), um dos meu ídolos no trabalho, e talvez isso tenha aumentado a simpatia imediata que senti por ele. Pedi ajuda para ele a respeito de câmeras SLR mas ele não falava nada em inglês, nada mesmo. Ainda assim ele conversou comigo e tentou se expressar por meia hora. Ele me explicou o sistema de pontos da loja (converte X% das compras em bônus para novas compras) sempre olhando o meu lado. Ele me mostrou que pontos eram melhor do que duty free para mim e ainda se dispos a (1) fazer o cartão na hora, (2) pegar um produto em outra seção para mim, (3) testar a câmera e ajustar configurações básicas e (4) me dar descontos e brindes. Eu tinha olhado preços no kakaku.com (um buscape "turbinado" japonês) e a negociação ainda ficou um pouco melhor. Mais de uma hora depois fechei a compra e saí maravilhado com a atenção dele (e quem conhece Akihabara sabe como é cheio aquele lugar).
Por outro lado, não me lembro de ter sido tratado com frieza mais do que duas vezes, ambas no comércio. O saldo é extremamente positivo e deixo o Japão encantado com tudo e com todos. E olha que a barreira da língua é fortíssima aqui (a mais forte que já enfrentei): consegui conversar normalmente em inglês com pouquíssimos japoneses.
Para terminar, um ditado e uma frase de um vendedor usbeque que conheci na Laox Akihabara.
O ditado diz muito sobre a cultura japonesa: "Minoru hodo atamano sagaru inahokana" (A espiga de arroz, quanto mais carregada, mais se inclina). Todos são muito atenciosos, desde o mais humilde atendente até o diretor do centro de pesquisa policial onde faço o curso.
A frase do vendedor, me explicando porque não tinha problema para ele ficar tanto tempo me dando atenção se eu não ia comprar nada, apenas aguardava colegas: "nosso chefe nos ensinou assim que fomos contratados: os visitantes das lojas são primeiro amigos depois clientes". Isso me faz pensar num vendedor tipicamente americano da Bestbuy Miami...
quarta-feira, 3 de março de 2010
O Japão é um lugar diferente - 2
Algumas novas curiosidades do cotidiano aqui do Japão:
- é muito comum encontrar pequenas áreas em praças e avenidas com a placa Smoking Area. O fumo aqui é restrito a alguns locais abertos mas, ainda assim, é bem presente...
- muita gente tem pequenos equipamentos parecidos com notebooks e um pouco maiores do que as antigas agendas Casio mas menores do que netbooks. Depois de alguns dias descobri se tratar de tradutores japonês-inglês. Vi algumas pessoas no trem com um destes em uma mão e um celular ou um papel na outra mão.
- nas estações de trem ouvi o piar de passarinhos. Resolvi conferir de onde vinha o som e encontrei bons alto-falantes Sony :). E eles "piam" dia e noite...
- no trem todos olham para baixo, ficam mexendo no celular ou dormem (ou fingem, hehe). Ninguém fala ao celular e é quase impossível cruzar o olhar com alguém. No entanto, este silêncio todo, que também acontece em ônibus, é fartamente preenchido pelos anúncios do alto-falante, que fala muito e alto ;)
- aliás, bem disse Ricardo Freire: Tóquio fala com você no lugar dos seus reservados habitantes. Gravei até alguns áudios dentro de lojas e trens só pra mostrar o quão divertido é...
- ah, o pessoal aqui adora a Sony. É disparada a marca mais vendida em quase tudo (exceção, claro, para câmeras digitais). Até mesmo em videogames portáteis ela parece vencer: vi muita gente bricando com PSPs e ninguém (sério!) com Nintendo DS (que é três vezes mais vendido mundialmente).
- os japoneses são bastante friorentos. Os trens tem aquecimento e até os assentos, normalmente de veludo, são quentes. Não é só no banheiro que temos conforto térmico bumbunzístico...
- a gente recebe panfletos na rua o tempo inteiro. Alguns deles são típicos daqui e vem com um lenço de papel em um saquinho pequeno retangular, muito legal! No entanto não sei como a cidade é tão limpa se quase não acho lixeiras. Guardo os panfletos e lixo em geral nos bolsos pelo dia inteiro por vezes até jogá-los fora na lixeira do meu quarto no hotel.
- em geral as pessoas se vestem com muita elegância, talvez até por estarmos no inverno. No entanto é costumeiro encontrar extravagâncias bem assustadoras. Vi inúmeros homens à moda roqueiro sujo, alguns metrossexuais e muitos emos. Pelo lado delas, muito mais ainda: meninas de microssaias com meias arrastão coloridas, meias-calças douradas, perucas e cabelos tingidos de tudo quanto é cor... Não são a maioria mas chamam a atenção num país bem vestido. Talvez o que eu menos tenha visto seja o meu estilo basicão: calça jeans qualquer, camiseta ou pólo e tênis ou bota...
- os banheiros públicos em lugares abertos como templos ou praças são super limpos e bem montados, com sensores e tudo o mais. No entanto, uma coisa estranhíssima é a total falta de privacidade, principalmente nos mictórios. Muito estranho!
- é muito comum encontrar pequenas áreas em praças e avenidas com a placa Smoking Area. O fumo aqui é restrito a alguns locais abertos mas, ainda assim, é bem presente...
- muita gente tem pequenos equipamentos parecidos com notebooks e um pouco maiores do que as antigas agendas Casio mas menores do que netbooks. Depois de alguns dias descobri se tratar de tradutores japonês-inglês. Vi algumas pessoas no trem com um destes em uma mão e um celular ou um papel na outra mão.
- nas estações de trem ouvi o piar de passarinhos. Resolvi conferir de onde vinha o som e encontrei bons alto-falantes Sony :). E eles "piam" dia e noite...
- no trem todos olham para baixo, ficam mexendo no celular ou dormem (ou fingem, hehe). Ninguém fala ao celular e é quase impossível cruzar o olhar com alguém. No entanto, este silêncio todo, que também acontece em ônibus, é fartamente preenchido pelos anúncios do alto-falante, que fala muito e alto ;)
- aliás, bem disse Ricardo Freire: Tóquio fala com você no lugar dos seus reservados habitantes. Gravei até alguns áudios dentro de lojas e trens só pra mostrar o quão divertido é...
- ah, o pessoal aqui adora a Sony. É disparada a marca mais vendida em quase tudo (exceção, claro, para câmeras digitais). Até mesmo em videogames portáteis ela parece vencer: vi muita gente bricando com PSPs e ninguém (sério!) com Nintendo DS (que é três vezes mais vendido mundialmente).
- os japoneses são bastante friorentos. Os trens tem aquecimento e até os assentos, normalmente de veludo, são quentes. Não é só no banheiro que temos conforto térmico bumbunzístico...
- a gente recebe panfletos na rua o tempo inteiro. Alguns deles são típicos daqui e vem com um lenço de papel em um saquinho pequeno retangular, muito legal! No entanto não sei como a cidade é tão limpa se quase não acho lixeiras. Guardo os panfletos e lixo em geral nos bolsos pelo dia inteiro por vezes até jogá-los fora na lixeira do meu quarto no hotel.
- em geral as pessoas se vestem com muita elegância, talvez até por estarmos no inverno. No entanto é costumeiro encontrar extravagâncias bem assustadoras. Vi inúmeros homens à moda roqueiro sujo, alguns metrossexuais e muitos emos. Pelo lado delas, muito mais ainda: meninas de microssaias com meias arrastão coloridas, meias-calças douradas, perucas e cabelos tingidos de tudo quanto é cor... Não são a maioria mas chamam a atenção num país bem vestido. Talvez o que eu menos tenha visto seja o meu estilo basicão: calça jeans qualquer, camiseta ou pólo e tênis ou bota...
- os banheiros públicos em lugares abertos como templos ou praças são super limpos e bem montados, com sensores e tudo o mais. No entanto, uma coisa estranhíssima é a total falta de privacidade, principalmente nos mictórios. Muito estranho!
terça-feira, 2 de março de 2010
Despedida gastronômica em grande estilo: carpaccio de cavalo e polvo cru
- sobrecoxas de galinha cozidas (com pele e quase cruas): gostei
- batatas fritas com tempero: gostei muito
- salada tipo caesar com fatias de galinha cozida: deliciosa
- tofu: muito bom
- carpaccio de cavalo: muito bom, principalmente com gengibre e alho
- konnyaku (geleia gelada salgada feita de vegetais das montanhas e servida com molho agridoce): esquisito, não gostei muito
- sushi de arroz e vegetais: ainda estranho a alga...
Durante todo este período, pude comprovar no restaurante do centro de pesquisa e em restaurantes pela cidade que a comida japonesa é muito mais do que sushi e sashimi. Também descobri que ela é bem leve pois me senti bem todos os dias, sem qualquer sensação de peso na barriga. Estou certo de que poderia me adaptar completamente à comida japonesa básica, apesar da certa dificuldade com os pratos exóticos...
segunda-feira, 1 de março de 2010
Mapas com rotas das minhas andanças no fim de semana
Com apenas dois fins de semana no Japão, eu tive que "botar pra quebrar". Foi cansativo mas valeu demais! Eis os mapas com as rotas que percorri à pé neste fim de semana (sábado em Tóquio e domingo em Kamakura):
- 2010.02.27 - P1 - Shibuya, Meiji Shrine, Shinjuku e Kabukicho
- 2010.02.27 - P2 - Ueno Park e Akihabara
- 2010.02.28 - Kamakura P1 - Hase, Daibutsu, Myohon-ji e Tsurugaoka Hachiman
- 2010.02.28 - Kamakura P2 - Tshrugaoka Hachiman Shrine, Jufuku-ji, Eisho-ji, Kencho-ji e Kitakamakura
- 2010.02.27 - P1 - Shibuya, Meiji Shrine, Shinjuku e Kabukicho
- 2010.02.27 - P2 - Ueno Park e Akihabara
- 2010.02.28 - Kamakura P1 - Hase, Daibutsu, Myohon-ji e Tsurugaoka Hachiman
- 2010.02.28 - Kamakura P2 - Tshrugaoka Hachiman Shrine, Jufuku-ji, Eisho-ji, Kencho-ji e Kitakamakura
Sobrou tanta coisa pra visitar... Quero voltar logo!
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